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Baratear Custos de Manutenção de Elevador Seria Possível aos Síndicos?

Com cerca de 28 anos de experiência na área de elevadores, o engenheiro de controle de automação Antonio Luiz Caldeira destaca que os síndicos podem adotar diferentes medidas visando à racionalização dos custos de manutenção desses equipamentos.

Eng. Antonio Luiz Caldeira: Inúmeros itens devem ser revisados anualmente em cada elevador do prédio

Isso não representa negligenciar o setor. Pelo contrário. O objetivo é diminuir o número de paradas, melhorar a segurança e qualidade dos serviços prestados aos usuários, assegurar procedimentos mínimos de manutenção preventiva periódica, intervenções adequadas na manutenção corretiva e, por fim, a emissão do RIA (Relatório de Inspeção Anual), licença obrigatória a todos os elevadores instalados nas edificações do município de São Paulo. O RIA funciona como uma espécie de licenciamento e deve ser providenciado pela empresa responsável pela manutenção dos equipamentos no condomínio.

 

As principais medidas ao alcance do gestor são:

Empresas prestadoras de serviços

“O condomínio não pode e nem deve se sentir refém do seu prestador de serviços, mediante alegação de que, como fabricante, é o único detentor de Know-how tecnológico”, afirma Caldeira. O mercado oferece atualmente amplo leque de opções aos síndicos em termos de prestadores de serviços na área, muitas vezes empresas formadas por técnicos oriundos dos próprios fabricantes, que atuam “dentro das normas e com custo reduzido”.

Peças de reposição

Outro ponto a se observar na composição de custos do elevador é o tipo de contrato celebrado com o prestador de serviços. Há empresas que “insistem em impor contratos de fidelidade de cinco anos”, como se o condomínio fosse obrigado a manter a parceria com a empresa fabricante, sob riscos de ficar sem peças de reposição. “O síndico deve rejeitar contratos com multas rescisórias, pois somente a boa qualidade da manutenção deve nortear a garantia de uma parceria duradoura”. O mercado hoje está “completamente aberto, visto que quase todos os componentes dos elevadores são importados ou tiveram sua produção terceirizada por fornecedores que atendem a diversas empresas do segmento”, diz. Assim, a revisão do contrato deve ocorrer sem esse tipo de pressão do contratado.

Modernização parcial

Mesmo que o elevador disponha de um motor antigo, robusto, há um momento em que não adianta mais fazer reparos pontuais e, a melhor saída, em termos de custo e benefício, é substituir o componente.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo) costuma orientar os gestores que a modernização pode ser realizada de forma parcial, “dentro de um critério técnico que não prejudique o todo”, conforme pontuou o novo presidente do órgão, Marcelo Braga, em entrevista à Direcional Condomínios, publicada no mês de agosto passado.

Segundo o engenheiro Antonio Caldeira, há determinadas máquinas que geram vazamentos sucessivos, chegando a um ponto em que o reparo não compensa mais, porque durará no máximo dois anos. “Ao autorizar o recondicionamento da máquina, o síndico consegue dar a ela uma sobrevida, mas por uma medida de economia de médio prazo, será melhor trocar”, reforça.

Acompanhamento pelo zelador

Ter um profissional do condomínio ao lado dos técnicos da manutenção, observando os serviços executados, contribui para que o cronograma mínimo de serviços preventivos seja efetivamente realizado, evitando quebras e paradas repentinas, com consequentes custos adicionais. “A manutenção periódica não pode ser uma ‘visita de médico’”, pontua o engenheiro. “Às vezes uma peça tem sua vida útil reduzida porque não recebeu manutenção mensal”, explica.

Segundo ele, inúmeros são os que itens devem ser revisados anualmente em cada elevador do prédio, conforme exemplificam tabelas publicadas no artigo: Manutenção dos elevadores do condomínio: Ações mais importantes & periodicidade.

 

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